Ética e feedback – o que isso tem a ver com você?

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Se você terminou o ensino médio, provavelmente já passou por um processo seletivo, como recrutador ou recrutado para uma vaga de estágio, bolsa de estudos, primeiro emprego.

Se você já conta com uma trajetória profissional, em algum momento da sua carreira também teve que participar de processos seletivos.

E se você já coordenou algum projeto, também já teve que refletir sobre a sua equipe, novas contratações e como atrair esse talento.

Isso sem falar do pessoal que atua diretamente na área de recrutamento e seleção.

Então porque mesmo já totalmente digitalizados e estabelecidos no RH 4.0, ainda é  comum a falta de feedback nos processos seletivos?

Estamos falando aqui ( infelizmente) de uma realidade que vai da  multinacional com atuação em mais de 40 países, da start up da área de tecnologia, da empresa de treinamento corporativo até a microempresa que faz consulta de preços para serviços pontuais e esporádicos.

E se mais do que nunca se fala agora em RH estratégico como essencial para atingir metas e resultados nas empresas, também é hora de se falar sobre a importância da ética e respeito com os candidatos desclassificados em um processo seletivo.

Sim as equipes estão mais enxutas, a demanda de trabalho exige estabelecer prioridades mas também estamos em tempos de employer branding e humanização das marcas.

Como exemplo temos, os cases de sucesso recente com a Natura e Magazine Luiza, que aliaram ao core da empresa, boas práticas mais do que oportunas para a realidade do momento na pandemia, o que longe de ser somente campanha de marketing só mostrou ao público quanto o “discurso” das empresas estava alinhado com as práticas  e soluções de responsabilidade social que adotavam, gerando impacto real na vida dos consumidores, seja ao comprar os seus produtos ou avaliar as suas marcas.

Efeito imediato na bolsa de valores, que traduziu perfeitamente a valorização do mercado por empresas que estão praticando a ética e responsabilidade social nos seus negócios.

Voltando para o processo seletivo, em um momento de níveis de desemprego alarmante que tal, valorizar a forma mais simples de criar uma imagem positiva que se mostra no modo de agir dos recrutadores, na cultura organizacional da sua empresa e finalmente na marca positiva ou negativa que a sua empresa pode gerar em potenciais futuros clientes, influenciadores digitais e profissionais que senão farão parte da sua equipe em breve estarão de volta ao mercado.

Sem falar dos efeitos positivos para o próprio candidato, que se está em busca de trabalho provavelmente já deve estar suficientemente ansioso e merece uma comunicação transparente, ainda que através de uma simples resposta automática como:

muito obrigado pelo seu interesse mas decidimos prosseguir com outro candidato para essa vaga.

Que tal pensar em experiência do usuário também nos processos seletivos?

Não precisa fazer malabarismos, comece pelo simples e não seja mais um a esvaziar o real significado da palavra empatia : se fosse você no lugar do candidato essa experiência teria agregado valor para sua experiência profissional ?

Se a resposta for um NÃO está mais do que na hora de repensar os seus processos.

FICA A DICA:  o futuro chegou e pede  inovação, mas ela não começa pelas tecnologias disruptivas.  A inovação começa pela ética!

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Por que pré-requisitos exagerados não geram indignação como o programa de Trainee da Magazine Luiza provocou na última semana?

Imagino que você já tenha lido em algum anúncio de processos seletivos exigências de pré-
requisitos quase impossíveis de encontrar, uma busca pelo candidato perfeito.

Vagas de Estágio que exigem experiências, conhecimentos técnicos. O que foge totalmente
do objetivo do estágio, que deveria servir como aprendizado prático para atividade
profissional do ainda estudante, convém lembrar.

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